Conheça a Pauluzzi Blocos Cerâmicos

Indústria líder de mercado em produção e comercialização de blocos cerâmicos para alvenaria estrutural e vedação racionalizada no Rio Grande do Sul.

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MELHORIA CONSTANTE

A Pauluzzi tem como filosofia estar sempre aprimorando sua linha de produtos assim como o processo industrial de fabricação. Acredita que deve oferecer ao mercado os melhores produtos e soluções pelos preços mais acessíveis. Esta busca constante traz aos clientes resultados pertinentes frente às demandas de mercado. E isto explica um pouco sobre porque a Pauluzzi está no mercado há 90 anos.

Certificação PSQ

Em janeiro de 2008, a Pauluzzi foi a primeira cerâmica da região sul do país a conquistar a certificação PSQ – Programa Setorial da Qualidade possibilitando assim o fornecimento de produtos normativos ao mercado. A certificação PSQ é pertencente ao programa PBQP-H de qualidade, sendo o PSQ responsável pela qualidade de materiais cerâmicos.

Universidades

Faz parte do dia a dia da Pauluzzi uma forte aproximação junto às universidades do RS, para trabalhos de pesquisa e desenvolvimento. A Pauluzzi é constantemente chamada nas universidades para palestras sobre sistemas construtivos, também recebe em torno de 800 alunos anualmente na unidade fabril de sapucaia do sul para que os alunos possam visualizar o processo de fabricação dos blocos cerâmicos.

Associações e Instituições

A Pauluzzi tem se mostrado uma forte aliada dos Sinduscon’s e ASBEA do Rio Grande do Sul, buscando sempre participar, sugerir e desenvolver cursos, palestras e eventos para os construtores e escritórios de arquitetura. No âmbito da indústria, participa da Associação Nacional da Indústria Cerâmica – Anicer, e também do Sindicer-RS.

Caso de Sucesso – Sebrae Nacional

A Pauluzzi foi escolhida como um caso de sucesso pelo Sebrae Nacional. Trabalhos realizados como pesquisa e desenvolvimento, atendimento ao cliente, conteúdos pertinentes para sistemas construtivos, o primeiro manual de desempenho no Brasil de uma indústria de blocos para alvenaria e a primeira biblioteca BIM de blocos cerâmicos com showroom de paredes especificadas por desempenho alguns dos motivos destacados em reportagem que pode ser visualizada no Facebook da Pauluzzi.

90 ANOS DE EXPERIÊNCIA

Produtos de alta resistência, alta capacidade de inovação e ações constantes em benefício do sistema construtivo, são as características que pautam a história da Pauluzzi.

1928

O imigrante italiano Giovanni Pauluzzi e seus filhos Theo e Ferrucio, constroem a primeira unidade da empresa, especializada na fabricação de telhas e tijolos maciços.

1957

A  Pauluzzi passou a fabricar tijolos maciços aparentes, que se tornaram uma referência de qualidade no mercado do Rio Grande do Sul.

1993

A empresa decidiu focar toda sua linha de produção para a fabricação de blocos cerâmicos para alvenaria racionalizada e estrutural, e hoje é referência nacional neste produto.

2009

Conhecida por seus produtos de alta resistência, pela sua capacidade de inovar e por suas ações em benefício do sistema construtivo, a Pauluzzi possui um processo industrial altamente automatizado e grande capacidade de produção. Alcançou a posição de maior indústria de blocos cerâmicos do país em 2009.

Nosso processo produtivo

Passo a passo para a criação dos blocos cerâmicos da Pauluzzi.

Preparo da argila

A argila é o principal insumo para a fabricação dos blocos cerâmicos, por isto, deve ter atenção especial. Após um plano de extração estabelecido visando atender as normas ambientais vigentes, a argila começa a ser retirada da jazida, onde é armazenada por cerca de seis meses antes de ser misturada. Cada cerâmica possui um tipo de traço de argila a ser utilizado, no caso da Pauluzzi, utilizamos dois tipos de argila com características diferentes, uma sendo fraca e a outra, forte. Assim que ocorre a mistura, a argila já misturada é trazida ao pavilhão de pré-elaboração, onde ela será homogeneizada, visando à padronização do lote.

Extrusão

Neste setor é onde ocorre a conformação da argila em produto cerâmico, neste caso, os blocos cerâmicos. Antes da conformação, a argila passa por laminadores, que reduzem a espessura dos grãos à no máximo 3mm. Logo após, a argila chega à extrusora. A extrusora (ou maromba) possui a parte do misturador da argila, o vácuo onde é retirado o ar, e a parte do canhão onde a argila será empurrada por hélices, até que esta barra confinada de argila seja conformada propriamente através de um contato com uma fôrma (matriz ou boquilha). Assim que a argila recebe a forma de bloco, podem ser adicionados os marcadores para que possam fazer a identificação do produto baseado em norma NBR 15270 antes de receber o corte no tamanho correto. A Pauluzzi por manter um bom padrão de identificação dos produtos, costuma adicionar a resistência característica nos blocos, o que sempre é uma segurança para obras em alvenaria estrutural, especialmente se comparado aos blocos de concreto, que não possuem identificação de resistências nos produtos. Durante todo processo de extrusão via úmida, a argila possui cerca de 21 a 24% de água, que terá que ser removida no processo de secagem.

Secagem

A secagem dos produtos cerâmicos é uma importante etapa do processo produtivo, na qual o objetivo principal é que seja removida a água pertencente à argila, à quase em sua totalidade (entre 0,5 a 1%). O processo de secagem dos blocos cerâmicos se estende por cerca de 30 a 36 horas, dependendo do tipo de produto a ser produzido, bem como a largura das paredes e também do peso. O secador é semi-contínuo, possui aproximadamente 84 metros de comprimento e 40 de largura, distribuídos em 10 vias. Em seu início, possui umidade alta e temperatura baixa. Já na parte final, através do aumento de calor para a secagem, a umidade já é baixa. A Pauluzzi utiliza totalmente o calor que sobra dos fornos na secagem, fazendo um reaproveitamento de energia. O produto sofre uma retração no processo de secagem e a perda deste volume chega a 5% do tamanho original. No momento em que os produtos estão secos, os mesmos devem ser transferidos para os vagões do forno.

Queima

No momento em que os blocos cerâmicos estão secos e armazenados nos vagões do forno, já podem ser queimados. A queima é uma etapa fundamental, na qual o material recebe uma resistência mecânica através da sinterização das partículas. A queima funciona basicamente como uma pirâmide, o material ganha certa temperatura, atinge um patamar de queima e depois é resfriado até sair do forno em temperatura ambiente. É importante destacar que cada argila possui um patamar de queima diferente (Na Pauluzzi aprox. 900°C), e que deve ser analisado através de ensaios laboratoriais visando um melhor aproveitamento. A Pauluzzi possui em seu processo três fornos túneis, com capacidade de 9.000 toneladas/mês cada um, totalizando capacidade instalada de 27.000 toneladas por mês. Assim que os blocos cerâmicos saem do forno, os mesmos já estão com as devidas resistências mecânicas incorporadas, ou seja, não necessitando de tempo de cura e podendo ser utilizados logo que seja preciso.

Laboratório

O laboratório interno tem como objetivo apresentar resultados rápidos de ensaios para auxílio na tomada de decisão por parte dos responsáveis. Os ensaios realizados são todos baseados na ABNT NBR 15270, norma técnica para os blocos cerâmicos.
Os principais ensaios realizados são: Granolumetria das argilas; Umidade da argila pré-elaborada, extrusada e seca; Resistência Mecânica; Coloração; Retração de secagem e queima; Absorção de água; dimensionamento; esquadro e flecha; entre outros.
Embora o laboratório seja equipado, todos os lotes produzidos pela Pauluzzi são ensaiados posteriormente em laboratórios externos, visando uma maior precisão das informações para os clientes.

AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

Uma obra sustentável precisa contar com fornecedores que se preocupem e respeitem o meio ambiente.

No processo de produção

  • Utilização de resíduos provenientes de outras indústrias.
  • Reaproveitamento total do calor dos fornos, utilizado para a secagem dos produtos.
  • Plano de extração correta da argila, recuperação da área explorada e reflorestamento.
  • Aproveitamento/captação da água da chuva.
  • Argilas provenientes de jazidas, não alterando o nível do lençol freático.

Na sua obra

  • Excelente eficiência térmica e acústica.
  • Devido ao fato de no Rio Grande do Sul especialmente o inverno ser muito rigoroso e no verão um calor muito intenso, as temperaturas sofrem historicamente muitas alterações, podendo variar até 30°C em um mesmo dia. Frente a esta característica, os blocos cerâmicos são muito bem aceitos pelo mercado gaúcho, até porque o excelente desempenho térmico proporciona um melhor conforto para o cliente final, ou até mesmo em redução de custos de ar-condicionado no futuro.
  • Redução de caliças e entulho na obra se comparado a outros sistemas construtivos.

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menos poluente

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menor consumo de água

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menor uso de recursos não renováveis

As paredes de blocos cerâmicos consomem 43% menos destes recursos que uma parede de blocos de concreto e 63% menos que uma parede de concreto moldada in loco.